Após a vacinação porque aumentam as mortes!

Atualizado: Mar 30


Após as vacinações em massa Israel tratado como um laboratório experimental da Pfizer apresenta uma escalada infecciosa com variante extremamente grave, e o CEO não sabe explicar o porquê! Nós sabemos está no Link abaixo para todos assistirem e compreenderem como isso se dá. Não se dá Vacinação Profilática em uma Pandemia. Estão criando um Supervírus. Entenda no meu último video com link abaixo. Vamos lá.

Texto de Mauricio Erthal

Os israelenses estão completamente confusos com o fato de estarem sendo tratados como ratos de laboratório. Eles se perguntam por que sua liberdade de viajar, de socializar ou mesmo de ganhar a vida simplesmente evaporou. Pois o CEO da Pfizer, Albert Bourla, em entrevista à NBC, apresentou os motivos. Ele disse:

"Acredito que Israel se tornou o laboratório do mundo agora porque eles estão usando apenas nossa v.acina neste estado e eles v.acinaram uma grande parte de sua população, então podemos estudar os índices econômicos e de saúde."

Sabemos que experimentos médicos envolvendo seres humanos são coisas comuns, desde que os participantes estejam totalmente cientes de todas as circunstâncias e considerações possíveis envolvidas em seu consentimento. Não foi isso que aconteceu em Israel. Por meio de ‘passaportes verdes’, o governo praticamente ameaça penalizar qualquer pessoa relutante em participar de um experimento de ‘laboratório’ para uma empresa farmacêutica gigante e com um histórico muito problemático.

E os resultados deste experimento P.fizer-israelense não são nada encorajadores. Embora muitas pessoas v.acinadas tenham pelo menos proteção de curto prazo, ninguém pode negar o fato surpreendente de que em apenas 8 semanas de vacinação em massa o número total de mortes no Estado Judeu quase dobrou o número acumulado nos dez meses anteriores.

Israel se transformou em uma nação de cobaias. Um v.írus que costumava atacar os idosos e aqueles com graves problemas de saúde agora mudou sua natureza completamente. Após apenas 2 meses de uma campanha de v.acinação em massa, 76% dos novos casos têm menos de 39 anos, apenas 5,5% têm mais de 60 anos e 40% dos pacientes críticos têm menos de 60 anos. Muitos casos entre mulheres grávidas e muitas em estado crítico. Nas últimas semanas, os casos da doença em recém-nascidos tiveram um grande pico de 1300% (de 400 casos em menores de dois anos em 20 de novembro para 5.800 em fevereiro de 2021).

As evidências coletadas em Israel apontam para uma estreita correlação entre v.acinação em massa, casos e mortes. Essa correlação aponta para a possibilidade de que sejam os v.acinados que realmente espalham o v.írus ou mesmo uma série de m.utantes os responsáveis pela mudança radical nos sintomas acima.

Quando o CEO da P.fizer, Bourla, foi questionado pela NBC se alguém poderia i.nfectar outras pessoas após receber duas doses da v.acina, Bourla admitiu:

"É algo que precisa ser confirmado, e os dados do mundo real que estamos recebendo de Israel e outros estudos nos ajudarão a entender isso melhor."

Se o CEO Bourla não tem certeza se sua ‘v.acina’ evita a propagação da d.oença, por que ele a está vendendo para o mundo todo? Por que deveria qualquer governo permitir que esta substância seja usada antes que todas as precauções necessárias tenham sido tomadas? Além disso, à luz da preocupação emergente de que os v.acinados podem espalhar a d.oença (o que o CEO Bourla não nega), qual é o significado do ‘passaporte verde’? Parece mais um "certificado de credulidade" concedido àqueles que foram tolos o suficiente para se entregar ao experimento.

Todos os países que caíram na armadilha da v.acinação em massa viram um aumento semelhante sem precedentes em casos e mortes.

Os gráficos de coleta a seguir apontam para a correlação inegável entre a v.acinação em massa e um aumento exponencial nos casos e mortes. O aumento nos casos é frequentemente detectado apenas 2 a 3 dias após o lançamento da campanha de v.acinação em massa.

Na época em que Israel se v.acinou, estava testemunhando um aumento exponencial acentuado da morbidade e morte. Já a Palestina, literalmente a mesma terra, viu seu número de casos e mortes despencar.

Bourla e Netanyahu deveriam fazer um esforço intelectual e explicar como é possível que em Gaza, um dos pedaços de terra mais densamente povoados do planeta, o número de casos seja mínimo mesmo sem uma 'v.acina'.

Mas a Palestina não está sozinha, pois a situação na Jordânia é semelhante. Enquanto Israel viu seu número de mortos atingir números elevadíssimos, as mortes da Jordânia de meados de novembro em diante desceram ladeira abaixo.

A Grã-Bretanha passou por uma experiência trágica semelhante, se não idêntica. Ela lançou uma campanha de v.acinação em massa no dia 7 de dezembro e viu seu número de casos e mortes aumentarem como nunca antes.

Na época, a Grã-Bretanha viu seu Serviço Nacional de Saúde (NHS) desmoronar, enquanto os vizinhos do reino que demoraram a tomar uma decisão sobre a v.acinação viram seu número de doentes cair rapidamente.

Algo deu muito errado em Israel. Um grupo de pesquisadores dissidentes que analisou os números envolvidos no atual experimento israelense da P.fizer publicou um estudo detalhado há duas semanas. Eles escreveram:

“Concluímos que as vacinas da P.fizer, para os idosos, mataram durante o período de vacinação de 5 semanas cerca de 40 vezes mais pessoas do que a própria doença teria matado e cerca de 260 vezes mais pessoas do que a doença mataria entre os mais jovens do mesmo grupo de idade.”

https://youtu.be/MRyG-hTp9Bc

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