Cansado de videoconferência? Você está certo em questionar sua eficácia



"Descobrimos que a videoconferência pode realmente reduzir a inteligência coletiva", diz Anita Williams Woolley, Professora Associada de Comportamento Organizacional e Teoria na Escola de Negócios Tepper de Carnegie Mellon, que foi coautora do artigo


Na era dos bloqueios do COVID, a videoconferência tornou-se a norma para pessoas que se conectam com a família e realizam reuniões de negócios. Um novo estudo revela que a videoconferência pode reduzir a inteligência coletiva, pois reuniões virtuais podem levar a contribuições mais desiguais por parte de alguns para conversas e interromper a sincronia vocal.

Universidade Carnegie Mellon

No ano desde que a pandemia coronavírus acabou como quase todas as pessoas no planeta interagem entre si, a videoconferência tornou-se a ferramenta de fato para a colaboração em grupo dentro de muitas organizações.

A suposição predominante é que a tecnologia que ajuda a imitar interações cara a cara através de uma câmera de vídeo será mais eficaz para alcançar os mesmos resultados, mas há poucos dados para realmente fazer backup dessa presunção.

Agora, um novo estudo desafia essa suposição e sugere que métodos de comunicação não visuais que melhor sincronizam e impulsionam pistas de áudio são de fato mais eficazes.